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Principais Atividades

O Universo do Turismo Rural Brasil

O Universo do Turismo Rural Brasil

É possível reconhecer na literatura sobre as atividades turísticas nos espaços rurais, uma grande diversidade de conceitos e terminologias, bem como diferentes concepções e interpretações. As diferentes formas de se fazer turismo no espaçorural podem ser classificadas com base nos valores inerentes a cada uma delas como suas diferentes motivações, oportunidades, necessidades e disponibilidade de produtos a serem ofertados. Entre elas, podemos citar o turismo rural, o turismo ecológico ou ecoturismo, turismo cultural, turismo religioso, turismo esportivo entre tantos outros. Em determinadas situações estas formas podem interagir entre si, complementarem-se ou serem identificadas isoladamente, dependendo da realidade local (Figura 1). 

 

TURISMO NO ESPAÇO RURAL

 

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TURISMO CULTURAL       TURISMO ECOLÓGICO      TURISMO ESPORTIVO           TURISMO RURAL                   OUTROS

FIGURA 1 - Modalidades das atividades de turismo no espaço rural (TER).

O turismo rural (TR) apresenta-se como uma das possíveis modalidades turísticas nos espaços rurais e os elementos que compõem sua oferta são as atividades produtivas agropecuárias, a cultura do povo do campo e suas tradições, o alojamento nas propriedades rurais, entre outras tantas. Erroneamente muitos utilizam o TR como sinônimo de TER. O TR sempre será uma atividade inserida no universo do TER, mas a recíproca não é verdadeira, ou seja várias são as formas de se fazer turismo no espaço rural, mas nem todas são voltada a valorização da cultura local e promoção da produção agropecuária como exige os moldes do turismo rural. 

O Brasil no cenário do turismo rural:  As atividades turísticas rurais no Brasil, começaram a se desenvolver há aproximadamente 40 anos e ainda se confundem em seus múltiplos conceitos. Voltada principalmente para a realidade do campo, com suas tradições e culturas também é denominada por vários autores como sendo turismo de interior, turismo alternativo, endógeno, turismo verde e turismo de campo. Sendo possível ofertar várias atividades e possibilidades de integração com praticas agropecuárias cotidianas.

Tem-se notícia no início dos anos 1980, em Lages, Santa Catarina, os primeiros empreendimentos no Brasil, por isso sendo batizada como a “Capital Nacional do Turismo Rural”, pois foi onde surgiram os primeiros empreendimentos turísticos rurais, em resposta as dificuldades financeiras enfrentadas por produtores rurais da região. 

Também, no fim dos anos 80, em São Paulo na região de Mococa, um grupo de agricultores se reuniu e construiu um produto turístico formado por 15 antigas fazendas da região ofertando cavalgas, hospedagem e gastronomia típica. E ao longo dos anos a atividade alcançou novos estados como o Rio Grande do Sul, fortalecendo a preservação de suas tradições culturais rurais. 

Atualmente Minas Gerais é o estado brasileiro que detém o maior numero de empreendimentos voltados para atividades turísticas rurais, ofertando  produtos voltado para sua tradição e seus produtos de origem como o queijo enriquecido pela arquitetura de suas antigas fazendas igrejas e monumentos, serras, cachoeiras e muitos outros atrativos que disponibilizam um grande número de opções. Em diversos municípios deste Estado como Maria da Fé, Cruzília, Extrema, Santana dos Montes, Jaboticatubas, Tiradentes, Barbacena, Divinópolis, Itapecerica, Carandaí, Congonhas, Ravena, Pedro Leopoldo, Itapeva e Delfim Moreira podem ser encontrados vários empreendimentos, ofertando diferentes produtos turísticos tais como o cotidiano agropecuário, cavalgada ecológica, grandes empreendimentos voltados para convenções, estética e lazer. 

O Espírito Santo apresenta especial aptidão para as atividades turísticas rurais voltadas para a valorização do cotidiano produtivo das propriedades agrícolas principalmente nos municípios de Venda Nova do Imigrante e região. Neste Estado, existe uma associação representativa constituída, a AGROTURES uma proposta apoiada por empresários e governo local desde 1990.  

O Rio de Janeiro apresenta um grande potencial para a atividade turística rural graças à rica tradição regional, belezas naturais e propriedades rurais. Este conjunto propicia ao turista momentos de descanso, lazer e reconhecimento do cotidiano do campo, principalmente nas regiões serranas, como no município de Nova Friburgo na região serrana e em Vassouras, onde existe a Rota do Café”. 

No Mato Grosso do Sul, desenvolvem-se atividades voltadas à visitação ecológica e ambiental nas regiões próximas a Campo Grande e o Pantanal, em propriedades rurais particulares, que oferecem hospedagem, alimentação, programas de pesca, toursa cavalos ou de carro, safáris fotográficos, churrascos tipo pantaneiro e excursões pela mata. 

 

No Nordeste o turismo rural encontrou uma nova fronteira e no estado de Pernambuco surgiram os primeiros empreendimentos com a implementação do “Roteiro dos Engenhos”, que congrega algumas antigas propriedades agrícolas, com bela arquitetura, produtoras de cana-de-açúcar e aguardente, roteiro do Cavalo e Roteiro Eco Rural. 

Outros Estados como a Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará, Sergipe Alagoas congrega várias atividades, porém é no semiárido que atividades de turismo rural ofertadas por comunitários estão surgindo como uma ferramenta de desenvolvimento territorial rural e recebendo destaque. Uma vitrine para entender e conviver com o semiárido. 

 

 

 

 




Diagnóstico do Turismo Rural no Brasil. Um conceito em construção Resumo O objetivo é ser um instrumento de apoio na tomada de decisões. É um diagnóstico do Turismo Rural que resume o contexto do setor no país: os principais aspectos ,debilidades e fortalezas da cadeia, as principais iniciativas; potencialidades e instituições. Autores IICA Brasil fonte: http://ceragro.iica.int/Documents/Forms/DispForm.aspx?ID=161

Apresentação Diagnóstico Turismo Rural Brasileiro IICA IDESTUR

Manual de Apoio à Comercialização para Destinos turísticos SEBRAE

Construção e Porpostas de Segurança para o Turismo Rural Debate reflexivo feito pelas Férias Vivas e IDESTUR

GUIA DE SUSTENTABILIDADE SANTANDER

RETROSPECTIVA TURISMO RURAL MERCADO E EVENTOS

CARTA DE SANTARÉM DE TURISMO RURAL Os participantes do Projeto Benchmarking de Turismo Rural, Equestre e Natural, composto por empresários, lideranças setoriais e técnicos do Brasil e Portugal, reunidos em Santarém - Portugal, durante a Feira do Ribatejo – EXPOTUR no encerramento das atividades, dia 09/06/2012 elaboraram um documento em prol do desenvolvimento de atividades comuns do turismo rural, equestre e natural .

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Dispõe sobre a atividade do Turismo Rural e a Política de Fomento ao Turismo Rural no Estado de São Paulo. O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Faço saber que a Assembleia Legislativa decreta e eu Artigo 1o - Fica instituída a Política Estadual de Fomento ao Turismo Rural do Estado de São Paulo, com a finalidade de promover ações relativas ao planejamento, desenvolvimento e fortalecimento do turismo rural, assim como impulsionar e difundir os produtos e as potencialidades do setor rural do Estado propiciando à sociedade o conhecimento e a valorização desse segmento. Artigo 2o - Turismo Rural, para fins desta lei, corresponde ao segmento específico de atividade turística, conforme definida pela Lei federal no 11.771, de 17 de setembro de 2008, desenvolvido no meio rural, precipuamente em ambiente familiar e com hospedagem domiciliar. Artigo 3o - A Política Estadual de Fomento ao Turismo Rural orienta-se pelos seguintes princípios: I – valorização da atividade rural e indução de seu potencial turístico, constituindo segmento diferenciado no âmbito dos demais destinos turísticos paulistas; viabilizando a permanência da população no meio rural; II – combate ao êxodo rural, através da agregação de renda, III – diversificação dos negócios da propriedade rural; IV – preservação das características do ambiente, da paisagem, da arquitetura e das edificações da propriedade; da cultura local; cooperativismo; V – divulgação e valorização dos hábitos e costumes integrantes VI – apoio à propriedade familiar, ao associativismo e ao VII – comprometimento com a produção agropecuária de qualidade e com os processos sustentáveis e agroecológicos; VIII – manutenção do caráter complementar dos produtos e serviços do turismo rural na agricultura em relação às demais atividades típicas do universo rural. tem por objetivos: população no meio rural; culturais; Artigo 4o - A Política Estadual de Fomento ao Turismo Rural I – criar condições para a manutenção e permanência da II – agregar valor aos produtos rurais e estimular o contato III – integrar o campo e a cidade estimulando a troca de valores direto entre o produtor e o consumidor final; IV– incentivar ações sociais e ambientais para o fortalecimento do desenvolvimento sustentável, proporcionando o aumento da consciência ambiental para visitantes e comunidade local; V– identificar e promover capacitação e qualificação das populações locais e empreendedores, preservando as características culturais e sociais de cada região; profissionalização; VI – incentivar o uso de novas tecnologias e a VII – fomentar a associação e a cooperação entre famílias para desenvolver produtos turísticos sustentáveis econômica e ambientalmente; VIII –integrar-se às demais políticas públicas para o fomento ao desenvolvimento regional, estímulo à agricultura familiar e ao artesanato. IX – incentivar parcerias entre o poder público, as entidades privadas, organizações não governamentais, instituições de ensino e científicas, órgãos e instituições públicas nacionais e internacionais; X – estabelecer mecanismos de cooperação técnica com outros entes da Federação que apresentem modelos de gestão de turismo rural, visando o intercâmbio das melhores práticas para o segmento; XI – promover a capacitação, qualificação e certificação de agentes públicos e privados; XII – promover o desenvolvimento do turismo rural sustentável e das cadeias curtas de abastecimento agrícola; Artigo 5o - As ações necessárias para dar efetividade à Política Estadual de Fomento do Turismo Rural serão discriminadas no Plano Estadual para o Turismo Rural, que deverá contemplar os elementos de informação, os diagnósticos, as prioridades, as metas e os instrumentos para sua consecução. Parágrafo único - O Plano Estadual para o Turismo Rural será elaborado pela Secretaria de Turismo e submetido à discussão no âmbito do Fórum Estadual de Fomento ao Turismo Rural de que trata o artigo 6o desta lei, com vigência para os 2 (dois) anos subsequentes. Artigo 6o - O Fórum Estadual de Fomento ao Turismo Rural será constituído com natureza permanente e consultiva e formado por representantes do Poder Executivo e da sociedade civil, de forma paritária, na seguinte conformidade: I – como representantes do Poder Executivo, membros indicados pelas Secretarias de Turismo, da Agricultura e Abastecimento, da Cultura, do Meio Ambiente e de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação. II – como representantes da sociedade civil, membros indicados por associação de classe representativa do Turismo Rural no âmbito do Estado, por Universidades Estaduais e por Institutos de Pesquisas e entidades cujas finalidades institucionais contemplem o apoio ao turismo, meio ambiente, agricultura ou cultura. Parágrafo único – O número de membros, limitado ao máximo de 10 (dez), bem como o detalhamento da forma de indicação, mandato dos membros e demais aspectos da atuação do Forum de que trata este artigo serão estabelecidos em regulamento, mediante decreto do Chefe do Executivo. Artigo 7o - Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.

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by Guest   Fotos Pisco Del Gaiso
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